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O emblemático Pátio das Laranjeiras da Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa (EPM-CELP) foi palco, na manhã de hoje, de uma série de representações “fantoches” realizadas pelos alunos dos “sextos” D, E e F para um público composto por seis turmas do quarto ano do primeiro ciclo do ensino básico. O recinto, usualmente ocupado para conversas e brincadeiras, transformou-se em palco, com cenários típicos da selva e campo, atores “fantoches” e uma plateia animada.

Divididos em grupo de três, para cada sessão de teatro, os coautores criaram versões distintas da história de Capuchinho Vermelho, como forma de consciencializar os colegas para a necessidade da preservação dos animais e de todas as espécies florestais. Ou seja, enquanto a narrativa original termina com a morte do Lobo Mau, nas três apresentadas hoje os finais foram diferentes, apelativos e motivadores.

web fantoches2 jun18Na peça original, o Capuchinho Vermelho vai visitar a avó, mas antes a sua mãe advertiu-o para os perigos da floresta. Distraída e encantada pela beleza do lugar, a menina resolve entrar e encontrou-se com o Lobo Mau, que quis saber o endereço da casa da sua avó. Ao chegar a casa desta, o Capuchinho Vermelho chamou pela avó e, ao não obter resposta, entrou e viu o Lobo Mau vestido com as roupas da sua avó, para enganar a menina e alimentar-se da sua carne.

Nos vários finais da história contada no Pátio das Laranjeiras, o Capuchinho Vermelho e a avó conseguiram escapar das garras malvadas do Lobo Mau que, pedindo desculpas, confessou não querer fazer mal, mas que apenas estava com fome. “Portanto, é uma mensagem construtiva”, explicou Inês Gomes, professora de Inglês, acrescentando que “para a construção do telhado da casa da Capuchinho e da sua avó, em formato geométrico, e das árvores em forma de cilindro, os meninos investiram em conhecimentos na área da Matemática e que para a preparação do bolo nos saberes das Ciências e para os diálogos em inglês na respetiva língua”.

A encenação foi previamente apresentada no Sarau das Línguas, mas sem o cenário e os personagens “fantoches” que, hoje, deram outra imagem à peça. O evento enquadrou-se no âmbito de exibição pública de atividades desenvolvidas em várias disciplinas nas salas de aulas, interligadas, depois, num único trabalho.

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