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Unidos Pelos Ambiente (UPA). Grupo de estudantes da Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa que trabalha em prol do ambiente.

FUNDAÇÃO


Outubro de 2018 por Constança Granjeia, aluna do “11.ºA4” da Escola.

CONSELHO DIRETIVO



Presidente: Larissa Gil (11A1)

Vice-Presidente: Leonor Silva (11A1)

Secretárias: Kandara Matlaba (11C) ; Mariana Azevedo (11A1)

Tesoureiros: Renato Oliveira (11A1) ; Tayla Meguegy (11A1)

Porta-Voz: Marta Costa (11A1)


DIVULGAÇÃO:



Instagram (plataforma digital): Mariana Schwalbach (11A1) ; Mariana Azevedo (11A1)

Jornal: Tywanah Nhandamo (11A1) ; Erika Vasconcelos (11A1) ;
Eduardo Monge (11C) ; Diego Schlüssel (11A3)

Artes Visuais: Rita Piñera (11A3)

Vogais: Rui Abreu (11A1) ; Rita Almeida (11A1) ;
Maira Correia (10A1) ; Diogo Antunes (10B)

OBJETIVOS

  • Apostar em atividades dinâmicas a fim de conscientizar e integrar no projeto os alunos dos diversos anos de escolaridade;

  • Diminuição do consumo de materiais poluentes, substituindo-os por opções mais sustentáveis;

  • Promover a reciclagem na escola;

  • Expandir a UPA, em Maputo e em Portugal;

  • Redução dos impactos ambientais causados pela indústria têxtil, nomeadamente o consumismo, através da dinamização de recolhas de roupa para doar e lhe dar uma segunda vida.



IDEIAS GERAIS PARA O DESENVOLVIMENTO DOS OBJETIVOS:

  • Formar uma banca de recolha de roupa, para reduzir o desperdício de roupa, com o intuito de consciencializar os alunos acerca da poluição da indústria de roupa e implementar o pensamento anti consumismo, tendo como a intenção no futuro colaborar com algumas escolas/organizações e doar efetivamente a quem mais precisa;
  • Criar uma loja online (no Instagram), onde se irá vender uma pequena porção das roupas recolhidas e também disponibilizar compras mais sustentáveis como por exemplo, as palhinhas de plástico, entre outras coisas;

  • Desenvolver inúmeras atividades relacionadas com a natureza/ambiente na escola. Começando por, desenvolver um projeto com os alunos do 1º ciclo, relacionando a disciplina de estudo do meio e a UPA na qual se incentivada os alunos a cultivarem diferentes plantas, ou ate mesmo hortícolas, e irem cuidado dela ao longo do ano. Esta horta podia-se localizar ao pé do portão 4, numa zona que fica imediatamente ao pé da nova cantina.
    Este movimento não só lhes beneficiaria a eles como também à comunidade escolar, uma vez que em bilogia, durante as atividades laboratoriais, e necessário observar diferentes espécies de plantas que nos podiam ser fornecidas pela horta, e nada melhor do que ter uma variedade de opções logo à mão. Os produtos agrícolas se tiverem sucesso, ainda podiam ser vendidos nas feiras/destas que a escola promove, quando estas poderem voltar a ser realizadas. Os lucros podiam seguir para o desenvolvimento de outras atividades relacionadas com o ambiente (UPA);
  • Incentivar a reciclagem na escola começando por promovê-la em palestras para os diferentes alunos dos diferentes ciclos escolares, com o intuito de se iniciar um projeto relacionado com a recolha das garrafas de plástico de modo que se possa implementar máquinas de reciclagem na escola com parcerias de outras grandes organizações. Porém inicialmente o nosso objetivo é juntar mensalmente as mesmas e ir vendê-las a fábricas. Os fundos podem ir para diversas opções, nomeadamente o desenvolvimento de outros grandes projetos;
  • Conseguir captar a atenção do Consolado Português e eventualmente o próprio Estado Português, para o projeto não ser limitado à escola e a Maputo/Moçambique;
  • Conseguir também, captar a atenção do estado moçambicano para a UPA conseguir fazer plantações de árvores pela cidade, entre outros projetos;
  • Incentivar ao ensino da Educação Ambiental desde a pré-escolar até 12ano;
  • Desenvolver inúmeros projetos em cooperação com outras associações escolares como a associação escolar, futura rádio escolar, jornal, etc;
  • Colaborar/Participar em diversos outros eventos escolares como a gala jovem, festas escolares e ainda apresentações escolares, etc;
  • Desenvolver inúmeros concursos/projetos a nível dos diferentes ciclos de modo que mais alunos se juntem a causa da UPA e que tomem conhecimento desta, para podermos assegurar sucessores e também um espírito divertido mas sustentável;
  • Fornecer diferentes certificados, até mesmo digitais para diminuir o consumo do papel, a alunos que realmente mostrarem interesse e progresso nos diferentes concursos e projetos relacionados com a UPA

IDEIAS DE DIVULGAÇÃO:


  • Fazer um poster com material reciclado (tampas de garrafas, sumos, plástico) a dizer UPA, que servia como modo de identificação sempre que participarmos em palestras/eventos. Este projeto será entregue aos alunos do 7ºano, juntamente com as aulas de E.V;
  • Na última sexta-feira do mês, uso camisas pretas ou acessórios pretos com o intuito de apoiar as ideias de Greta Thunberg, relativamente às alterações climáticas;
  • “Daily tips and tricks ” ( “ Dicas e truques diários “) sobre como ajudar o ambiente - (Instagram);
  • Desenvolver podcasts em parceria com a rádio escolar, e também para o Instagram, de forma a incentivar mais alunos a juntarem-se aos projetos/concursos da UPA, mas também a praticarem uma vida mais sustentável;
  • Divulgação de marcas pequenas que ajudam o meio ambiente, de forma a conseguirmos patrocínios e apoio de outras pessoas, que de certa forma têm a mesma intenção que a UPA.


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MENSAGEM DA FUNDADORA


Constança Granjeia
“Sempre me preocupei com problemas ambientais. Sentia-me realizada se fizesse alguma coisa sobre o ambiente. Então, nas férias comecei a pensar em criar um movimento, não de revolta, mas de trabalho prático e de sensibilização. No princípio pensei que a ideia fosse irrealista. Falei com o coordenador do segundo ciclo e a ideia ficou arquivada até ter a autorização. Depois, procurei alguns conhecidos e unimo-nos pela causa. Mal tínhamos o nome começamos a trabalhar. Mas também porque não queríamos nenhum. As nossas atividades seriam no anonimato, como sensibilizadores. Mas, na medida em que o grupo ganhou corpo, mudamos a estratégia de intervenção. Agora temos nome e um plano claro sobre o que queremos”.

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