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A campanha solidária promovida pela Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa (EPM-CELP), em parceria com a associação estudantil Unidos Pelo Ambiente (UPA), resultou na doação de cerca de 400 quilogramas de produtos não perecíveis e dezenas de sacolas de roupa, destinados a famílias afetadas pelas chuvas intensas e inundações registadas nas últimas semanas.

As emoções das celebrações do 26.º aniversário da Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa (EPM-CELP) ainda ecoam muros adentro. Mesmo depois do encerramento oficial, na última sexta-feira, 30 de janeiro, com a sessão solene que reuniu representantes dos Governos de Moçambique e de Portugal, do corpo diplomático, da comunidade educativa e de parceiros institucionais, permanece no ar uma sensação de continuidade, com o Mural “Celebrar a Escola no 26.º aniversário” ainda a espelhar gratidão.

A Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa (EPM-CELP) comemorou, no dia 30 de janeiro, o seu 26.º aniversário com uma sessão solene marcada pela evocação da memória, da cooperação cultural e do compromisso educativo, que definem a instituição. O discurso que transcrevemos, proferido pela presidente da Comissão Administrativa Provisória, Luísa Antunes, na presença de representantes dos Governos de Moçambique e de Portugal, do corpo diplomático, da comunidade educativa e de parceiros institucionais, reflete a identidade, o percurso e a missão de uma escola que se afirma como espaço de diálogo entre culturas, saberes e gerações.

Encerraram, na sexta-feira, 30 de janeiro, as comemorações do 26.º aniversário da Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa (EPM-CELP), celebrações, que este ano se cruzaram com os 10 anos do projeto “Mãos na Ciência”. Sob o lema “26 anos – exemplos que nos inspiram”, a Escola reafirmou-se como um espaço onde a educação se constrói em diálogo permanente com a cultura, a criatividade e os valores humanos.

Hoje, dia 29 de janeiro, logo pela manhã, vários espaços da Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa (EPM-CELP) apresentavam uma dinâmica fora do comum.... Havia vozes que se atropelavam, passos apressados e olhares curiosos, colados a experiências que brilhavam, giravam e reagiam ao toque. Em diferentes pontos do recinto, a ciência ganhou forma, cor e movimento, enquanto os alunos circulavam como exploradores num território que apelava à descoberta.

No âmbito da programação alusiva às comemorações do seu 26.º aniversário, a Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa (EPM-CELP) acolheu, na segunda-feira, numa cerimónia intimista, o lançamento do livro “Moya e o Pequeno Gigante Solitário”, com texto do poeta moçambicano Álvaro Fausto Taruma e ilustrações do pintor chileno Francisco Sepúlveda.

Foi sob o lema “26 anos – exemplos que nos inspiram” que a Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa (EPM-CELP) deu início, ontem, às celebrações do seu 26.º aniversário, reafirmando-se como um espaço onde a educação se constrói em diálogo permanente com a cultura, a criatividade e os valores humanos.

Durante três dias, 21, 22 e 23 de janeiro, as salas e o Auditório Carlos Paredes da Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa (EPM-CELP) acolheram nova edição da Feira do Futuro. Entre perguntas, expectativas e alguma ansiedade própria de quem começa a olhar para o futuro com mais seriedade, os alunos do 9.ºano e do ensino secundário viveram momentos de partilha, descoberta e reflexão, integrados na 4.ª edição da Feira do Futuro, um espaço privilegiado de orientação académica e preparação para os desafios do Ensino Superior e do mercado de trabalho.