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Terminou, na passada quarta-feira, o III Encontro das Escolas Portuguesas no Estrangeiro, que decorreu em Maputo, entre 5 a 8 de maio, na Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa (EPM-CELP), juntando 17 dirigentes de escolas portuguesas, entre públicas e privadas, de Timor-Leste, Angola, Moçambique, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe.

O Magnífico Reitor da Universidade Pedagógica de Maputo (UP), Jorge Ferrão, esclareceu, na terça-feira, que os problemas enfrentados no Sistema de Ensino Público de Moçambique estão aliados às políticas de massificação da educação, adotadas, em 2020, através da famosa Declaração de Dakar, que defende a Educação Para Todos (EPT) para cada cidadão e cada sociedade.

A expansão das escolas portuguesas no estrangeiro, através de novas construções e respetivos polos, a consolidação das relações entre os países e a promoção da Língua Portuguesa no mundo, são algumas das várias pretensões colocadas nos dois primeiros dias do III Encontro das Escolas Portuguesas no Estrangeiro, que decorre em Maputo sob o lema “Construindo Pontes Rumo à Democracia Cultural – Desafios e Oportunidades das EPE”. Nestes encontros, para além de se ressaltar a importância da promoção e difusão da língua portuguesa, discutir-se-ão os desafios atuais das escolas face ao desenvolvimento tecnológico e às mudanças globais dos dias de hoje.

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