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Durante a sua visita à EPM-CELP, a presidente da Ciência Viva, Rosalia Vargas, destacou o entusiasmo e o empenho dos professores da escola, defendendo que o ensino da ciência deve integrar o questionamento e o pensamento crítico desde cedo. Para ela, a tecnologia deve ser entendida como uma ferramenta ao serviço da humanidade e não como uma força autónoma. “Em ciência e na sociedade, nada deve ser ignorado. O conhecimento é o nosso melhor escudo”.

A Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa assinalou a efeméride do Dia Mundial da Alimentação com diversas atividades, que envolveram os alunos de diferentes ciclos de ensino, com o objetivo de responder ao repto da FAO e das Nações Unidas – “a criação de um futuro pacífico, sustentável, próspero e seguro em termos alimentares”.

A presidente da Ciência Viva e do Pavilhão do Conhecimento, Rosalia Vargas, a membro da Direção de Ciência Viva, Ivone Fachada, e o diretor executivo do Planetário do Porto – Ciência Viva, Filipe Pires, estão, desde ontem, de visita à Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa (EPM-CELP), onde, para além de explorarem os cantos e encantos científicos da Casa Amarela, partilham o seu conhecimento com os alunos e professores.

Porque precisamos de iodo todos os dias? Quem nos respondeu a esta questão foi a Professora Catedrática da Escola de Medicina da Universidade do Minho (Portugal), Joana Almeida Palha, no dia 8 de outubro, no auditório Carlos Paredes da EPM-CELP.

O Embaixador de Portugal em Moçambique, Jorge Monteiro, visitou hoje a Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa (EPM-CELP) e enalteceu, orgulhoso, a excelência da instituição, revelada através da oferta de uma educação de qualidade, de vários projetos – na sua maioria de cooperação – e da difusão e promoção da Língua Portuguesa.

No dia 26 de setembro, entre as 08h50 e as 09h40, o grupo ambiental Unidos Pelo Ambiente (UPA) reuniu os alunos do Pré-Escolar para uma atividade dedicada ao ambiente. A ação teve como ponto de partida a história “O Planeta que tinha um Coração”, criada para explicar aos mini-UPAs os objetivos da associação e incentivá-los a assumir um compromisso com a natureza.