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Os alunos do 5.º ano da Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa tiveram, neste mês de novembro, uma experiência muito enriquecedora ao jogar “Othello (ou Reversi)”na sala de aula. Esta atividade teve como principais objetivos desenvolver o pensamento estratégico, a capacidade de planeamento, o raciocínio lógico e a resolução de problemas. Para além disso, procurou-se estimular a concentração, o controlo emocional, o espírito desportivo e o respeito pelas regras e pelos adversários.

Durante a sua visita à EPM-CELP, a presidente da Ciência Viva, Rosalia Vargas, destacou o entusiasmo e o empenho dos professores da escola, defendendo que o ensino da ciência deve integrar o questionamento e o pensamento crítico desde cedo. Para ela, a tecnologia deve ser entendida como uma ferramenta ao serviço da humanidade e não como uma força autónoma. “Em ciência e na sociedade, nada deve ser ignorado. O conhecimento é o nosso melhor escudo”.

A Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa assinalou a efeméride do Dia Mundial da Alimentação com diversas atividades, que envolveram os alunos de diferentes ciclos de ensino, com o objetivo de responder ao repto da FAO e das Nações Unidas – “a criação de um futuro pacífico, sustentável, próspero e seguro em termos alimentares”.

A presidente da Ciência Viva e do Pavilhão do Conhecimento, Rosalia Vargas, a membro da Direção de Ciência Viva, Ivone Fachada, e o diretor executivo do Planetário do Porto – Ciência Viva, Filipe Pires, estão, desde ontem, de visita à Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa (EPM-CELP), onde, para além de explorarem os cantos e encantos científicos da Casa Amarela, partilham o seu conhecimento com os alunos e professores.